A porta do escritório se fechou com um clique suave, deixando o som da chuva lá fora quase inaudível. Estávamos finalmente sozinhos. Ele se aproximou devagar, o olhar fixo no meu, e eu senti um arrepio quente subir pela minha espinha.
Minhas mãos suavam enquanto ele prensava meu corpo levemente contra a mesa de madeira. A respiração dele estava ofegante, batendo contra o meu pescoço, e o perfume amadeirado tomou conta dos meus sentidos.
Quando seus lábios finalmente tocaram a pele nua do meu ombro, deixei escapar um suspiro longo e involuntário. Nenhuma regra da empresa importava mais, aquela seria uma longa noite.